quarta-feira, 28 de outubro de 2015



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João Castelo de Brasília




Oposição fixa ‘deadline’ para Cunha instaurar impeachment



Oposição dá até dia 15 para Cunha
Oposição dá até dia 15 para Cunha

Por Vera Magalhães

A oposição fixou o dia 15 de novembro como data-limite para que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, abra o processo de impeachment contra Dilma Rousseff.
Se até a data isso não acontecer, os partidos que defendem a saída da persidente dizem que deixarão de dar apoio a Cunha e trabalharão, efetivamente, para tirá-lo da presidência da Câmara. 



O juiz federal Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato
O juiz federal Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato

O juiz federal Sérgio Moro reagiu com humor às críticas de que lança mão, em excesso, de pedidos de prisões preventiva no âmbito da Operação Lava Jato, nesta terça-feira, em São Paulo, durante evento da revista britânica The Economist. Instado a comentar a grande quantidade de suspeitos “pescados” nas diversas fases da investigação, brincou que “tem vindo bastante peixe”, arrancando risos da plateia. Moro reconhece que o recurso de prisão preventiva não deve ser a regra, mas ressaltou que todos os pedidos foram feitos dentro da lei.

“Minha percepção é de que, embora a prisão preventiva seja um mecanismo excepcional – a regra é que se responda em liberdade –, o caso, em si, é investido de excepcionalidade”, disse. Para ele, não há como fechar os olhos e cogitar que tudo que os envolvidos dizem é verdadeiro. No entanto, Moro não arriscou a dizer se a Lava Jato será um caso excepcional ou se tornará regra no Judiciário. “É difícil saber no presente momento. Temos que esperar alguns anos”, disse, ressaltando a importância de instituições fortes e eficientes.


Avaliação do governo de Dilma ficou estável entre julho e outubro - Foto: Ueslei Marcelino | Reuters | 13.08.2015

Avaliação do governo de Dilma ficou estável entre julho e outubro

A avaliação do governo da presidente Dilma Rousseff ficou praticamente estável entre julho e outubro, de acordo com levantamento produzido pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT), em conjunto com a MDA Pesquisa, divulgado nesta terça-feira, 27.
Entre os entrevistados, 70% avaliaram negativamente o governo da petista. Na última pesquisa, divulgada em 21 de julho, o porcentual estava em 70,9% – a variação ficou dentro da margem de erro de 2,2 pontos porcentuais. O governo foi avaliado positivamente por 8,8% dos entrevistados, proporção superior a do levantamento anterior (7,7%).
De acordo com a pesquisa, 18,1% dos entrevistados avaliaram o governo Dilma como “ruim” e 51,9% o consideraram “péssimo”. Já para 20,4% dos entrevistados o governo da petista é “regular”, enquanto para 7,5% ele é “bom”. Apenas 1,3% dos entrevistados classificou o governo como “ótimo”. O porcentual dos entrevistados que não souberam ou não responderam foi de 0,8%.
Com relação ao desempenho pessoal de Dilma Rousseff, também houve oscilações dentro da margem de erro do levantamento. A desaprovação atingiu 80,7% enquanto a aprovação ficou em 15,9%. Em julho, o desempenho pessoal da petista era desaprovado por 79,9% dos entrevistados e aprovado por 15,3%. A mudança nos porcentuais se deu em razão da diminuição dos entrevistados que não sabem ou não responderam, que passou de 4,8%, na pesquisa de julho, para 3,4% no levantamento atual.
Foram entrevistadas 2.002 pessoas em 136 municípios de 24 unidades federativas entre os dias 20 e 24 de outubro de 2015. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com 95% de nível de confiança. Isso significa que, em 100 pesquisas feitas com a mesma metodologia, 95 terão resultados dentro da margem de erro prevista pelo instituto. (A Tarde)

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