segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Redes sociais ganharão força na campanha e serão usadas para atacar adversários

Sem financiamento privado. Com a falta de costume de militantes, e simpatizantes, sustentarem o financiamento de candidaturas. Com um Fundo partidário insuficiente para bancar campanhas eleitorais Brasil afora. Estas serão as primeiras eleições em que o uso de redes sociais e da plataforma digital vão predominar nas eleições. Serão os instrumentos para atacar os adversários, transmitir propostas e apresentar a biografia de cada candidato ao conjunto dos eleitores.
Todos os partidos produziram ou estão elaborando cartilhas para ensinar como usar essas plataformas nas campanhas eleitorais. Especialistas foram contratados para seminários e para percorrer o país ensinando como usá-las. A experiência das eleições municipais será um ensaio para as eleições presidenciais de 2018. Servirá para testar quais das práticas, conhecidas pela experiência internacional, se aplicam às peculiaridades políticas do Brasil.
O tradicional cabo eleitoral está sendo substituído pelo ativismo digital. A boca de urna será feita por aparelhos móveis que poderão ser acessados na fila em direção à urna de votação. Um dos objetivos ou funções das redes sociais é o de cadastrar visitantes ocasionais em sites de candidatos e torná-los um eleitor militante.

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