segunda-feira, 12 de setembro de 2016

A seita da mundiça vermelha


 O bicho-grilo Adalbertovsky, profeta das montanhas da Jaqueira, pergunta aos bichos da fauna, à flora, aos ventos e aos rochedos: “Por que, Zeus do céu, diante de tantas e quantas patifarias, provadas e comprovadas, tantíssimas criaturas revelam-se ortodoxas ou fanáticas? Qual o mistério do além? Qual o mistério magnético dessas paixões?
“O escritor português Camilo Castelo Branco escreveu dois clássicos da literatura chamados “Amor de perdição” e “Amor de salvação”. Naquele tempo ainda não havia o PT, nem socialismo, nem comunismo, nem nazismo, nem a mundiça do cordão encarnado. Mas, o bicho já estava ligado nos descaminhos da humanidade.
“O professor de Filosofia da USP, Luiz Fernando Ponde, afirma que a esquerda radical virou uma seita, um messianismo sem Deus, ou cujo Deus é a história perfeita. Ao aderirem a essa seita, as pessoas se refletem no espelho como se fossem o Messias, acima do bem e do mal. A história da filosofia e da moral prova que isto é uma auto-ilusão e o bem se transforma em instrumento do mal.
“A vida é um turbilhão de paixões. Eu mesmo sou apaixonado por Marisa Monte, Elis Regina, Michael Jackson do Pandeiro, Lua Gonzaga, Machado de Assis, Nelson Rodrigues, Manuel Bandeira, o poeta Augusto dos Anjos e dos pecadores, Cole Porter, Billie Holiday, Charles Chaplin e minha noiva predileta Janis Joplin. Zeus me livre de ter paixões provincianas. Minhas paixões são auriverdes e universais”.
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