Schumacher vive: Estado de saúde do atleta é mantido em segredo
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A revista Veja publicou na sua edição on line, desta quarta-feira, a reportagem sobre o heptacampeão mundial Michael Schumacher. ”Depois de voar 10 metros e aterrissar de cabeça numa pedra assim que perdeu o controle dos esquis nos Alpes franceses, naquele trágico 29 de dezembro de 2013, Michael Schumacher…mergulhou num profundo silêncio — e sumiu dos olhos do mundo.
Segundo a matéria ”a única certeza que se tem a respeito de Schumacher é que ele não consegue caminhar sozinho nem com ajuda”. A informação foi dada pelo advogado da família em Hamburgo, na Alemanha. “Os que falam não conhecem a situação e os que conhecem não falarão nada”, disse a VEJA Jean Todt, ex-­chefe de Schumacher na Ferrari, presidente da Federação Internacional do Automóvel (FIA).
Na reportagem o semanário diz que “muitos torcedores brasileiros não simpatizam com Schumacher, pois acham que ele reagiu friamente à morte de Ayrton Senna nas pistas, em 1994…O alemão, afinal, nem sequer foi ao enterro. Segundo amigos próximos, como Sabine Kehm: “Michael sempre admirou muito Senna. Ele me disse que ficou devastado com sua morte, mas não queria chorar em público apenas para aparecer na imprensa.” No ano seguinte, diz  Kehm, “Schumacher foi ao Cemitério do Morumbi, em São Paulo. De pé, com a cabeça baixa diante do túmulo de Senna, o alemão caiu em prantos quando igualou o recorde de vitórias do brasileiro prestou sua homenagem particular. Em silêncio, em privado, como sempre guiou sua vida.” (Metro 1)