sábado, 22 de abril de 2017


Petrobras anuncia reajuste nos preços dos combustíveis

 
O Grupo Executivo de Mercado e Preços (GEMP) da Petrobras decidiu aumentar o preço do diesel nas refinarias em 4,3%, em média, e da gasolina em 2,2% média. Os novos valores começam a ser aplicados a partir desta sexta-feira.
A estadual diz que tomou essa decisão principalmente pela elevação dos preços dos derivados nos mercados internacionais desde a última decisão de preço, que mais que compensou a valorização do real frente ao dólar, e por ajustes na competitividade da Petrobras no mercado interno.
A Petrobras adianta que é preciso destacar que o comportamento dos preços de derivados foi marcado por “volatilidade nos mercados internacionais em resposta a evento geopolítico, como o ocorrido na Síria”.

Massacre – Idosos e crianças são executados em área rural de cidade do Mato Grosso

Líder do ranking de desmatamentos na Amazônia, a cidade de Colniza (MT) foi palco de mais um episódio violento nessa quinta-feira (20), quando adultos, idosos e crianças foram assassinados. De acordo com as informações, ainda preliminares, dez pessoas foram vítimas do massacre, feito por “encapuzados”, de acordo com a Secretaria de Segurança Pública de Mato Grosso.
A chacina ocorreu próximo ao distrito de Guariba, em uma área denominada Taquaruçu do Norte. O município Colniza fica a 1.065 quilômetros de Cuiabá.
Segundo a Comissão Pastoral da Terra (CPT), conflitos fundiários são comuns há mais de dez anos na área onde ocorreram as mortes, com registros de assassinatos e agressões. A CPT informou que investigações policiais feitas nos últimos anos têm apontado que “os gerentes das fazendas na região comandavam rede de capangas para amedrontar e fazer os pequenos produtores desocuparem suas terras”.
Agência Brasil

Tríplex do Guarujá era de Lula, revela Léo Pinheiro

Segundo delator, dinheiro gasto na reforma do imóvel era referente a pagamento de propinas por contratos da Petrobras
 
O ex-presidente da Construtora OAS Ltda. José Aldemario Pinheiro, o Léo Pinheiro, afirmou nesta quinta-feira (20/04), em delação premiada ao juiz federal Sérgio Moro que o tríplex 164 do edifício Solaris, no Guarujá, no litoral de São Paulo, pertencia ao ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva. "O apartamento era do presidente Lula desde o dia que me passaram para estudar os empreendimentos da Bancoop [cooperativa habitacional dos bancários]. Já foi me dito que era do presidente Lula e de sua família. Que eu não comercializasse", garantiu o delator.
Léo Pinheiro disse ainda que o dinheiro gasto na reforma do imóvel era pagamento de propinas por contratos da Petrobras. "A OAS não teve prejuízo na reforma porque foi paga através da Rnest (refinaria Abreu e Lima, da Petrobras), do encontro de contas dela e de outras obras. Isso é muito claro", revelou. A seguir, confirmou que o valor gasto era referente a pagamento de propina. A defesa de Lula, no entanto, nega que ele seja proprietário do apartamento. O petista já se pronunciou pelo Twitter. Ele afirma que Lé Pinheiro mentiu para ter a delação aceita.

Por trás dos ataques

Há registro de pelo menos seis facções no estado do Ceará: PCC, Comando Vermelho (CV), GDE (dissidência local do CV), Família do Norte (FDN), Amigos dos Amigos (ADA) e Equipes Mentes Criminosas (local). Houve rompimento, em termos nacionais, do PCC com o Comando Vermelho, o que gerou as rebeliões e mortes nos sistemas prisionais do Amazonas e Roraima, nos primeiros dias de 2017.
No Ceará, os presos do PCC, no fim de dezembro, foram isolados na CPPL 3 para evitar confronto de facções. Ao que tudo indica, agora houve rompimento, no Ceará, do GDE com as demais.
Os membros da GDE foram transferidos para a CPPL 2, o que teria gerado a reação a que estamos assistindo. Há quem atribua também a intensidade dos ataques a uma resposta às bravatas do secretário André Costa (SSPDS), adepto do marketing policial e afeito a aceitar desafios pelo Facebook.
Não se conhece o plano do Estado para enfrentar a situação, que é grave, mas tem-se uma certeza: foi o maior ataque a ônibus já registrado, em todos os tempos, no Ceará.
Enquanto isso, a lei estadual sobre bloqueio de celulares nos presídios continua questionada, no STF, em Brasília.

Um eleitor que se vende, sempre vale menos do que pagaram por ele

Vendas de votos resultam em impunidade para quem compra. Tem político que se vende e negocia o voto do povo sem que ele saíba. Cuidado.
 
Já começou a corrida eleitoral para 2018. Este ano é muito propício para o aparecimento dos personagens que caem de paraquedas nos inúmeros setores da nossa comunidade, (principalmente os novatos) e cabe aos eleitores ficarem bem atentos a essas práticas que só visam o interesse individual de cada candidato. Essas ações não são novas. Ao contrário, foram experimentadas por nós nas últimas décadas. Por isso, está mais do que na hora de dar um basta. Na Câmara e no Senado Federal, temos nossos representantes. No caso do Ceará, dezenas de deputados e três senadores no Congresso. Na Câmara Legislativa temos 46 deputados. Pouco se ouviu falar nos nossos representantes do Congresso. Este ano eles começaram a dar as caras. “Estão imensamente preocupados com os problemas de quem os elegeram”. Até o ano passado eram inúmeras as dificuldades colocadas por eles para atender às diversas demandas da comunidade. A partir deste ano, as promessas fluem facilmente, mas as ações não acontecem. Contudo, neste ano, que é pré-eleitoral, toda e qualquer necessidade que chegar ao conhecimento dos nossos parlamentares, será facilmente atendida por eles. No caso dos estaduais, mais ainda. E agem dessa forma porque existem os eleitores que se vendem a troco de quase nada (não que justifique vender o voto por valor algum). Cada um de nós tem seus interesses individuais, porém, não podemos nos permitir pensar no individual. Minha causa não pode se sobrepor às causas do coletivo, pois é nisso que os candidatos apostam. A população precisa se posicionar e mostrar aos políticos que aí estão que eles precisam mudar esse comportamento de “doação de esmola” para seus eleitores. Deputados, sejam estaduais ou federais, e senadores não têm de legislar para grupos, mas para toda a população. Os salários e as verbas indenizatórias são pagos por todos nós. Ou seja, ele até pode ter sido eleito por uma categoria ou grupo, mas é o coletivo da sociedade que os mantem. Não vamos permitir que candidatos nos coloquem a faca no pescoço em troca de uma esmola. Não nos permitamos levantar bandeira de “seu ninguém” em troca de migalhas.
Com Val Cabral

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