domingo, 15 de outubro de 2017

Os perigos da depressão pós-parto alertam para tratamento imediato

 
A chegada de uma criança reflete em novas responsabilidades que fazem parte da realidade das mulheres gestantes e em fase de puerpério, que é o período após o parto. "As mudanças relacionadas à gravidez e outras alterações fisiológicas aumentam o risco de recorrência ou de transtornos mentais", esclarece Dr João Marcos Meneses, ginecologista obstetra do Hapvida Saúde. Uma em cada quatro mulheres no Brasil são acometidas pela depressão pós-parto. 
Os dados são de uma pesquisa realizada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e publicada na revista científica Journal of Affective Disorders, em abril de 2016. Os sintomas podem se apresentar de várias maneiras e em diferentes graus, como explica o ginecologista obstetra. "Os mais comuns são: instabilidade emocional, insônia, choro, depressão, ansiedade, má concentração, irritabilidade, perda de apetite e perda de concentração".
A recusa em amamentar e olhar para criança, dificuldade de acompanhar a rotina e negligência nos cuidados também faz parte dos sintomas. O cuidado da família é essencial para que a mulher não sofra mais e evite danos à saúde do bebê. O tratamento feito com especialistas é necessário, como recomenda o ginecologista. "O acompanhamento de equipe médica especializada (psiquiatra e psicoterapeuta) é fundamental para o benefício da saúde da mulher e do bebê", recomenda.
 
 
 
 
 
 

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